Um caso envolvendo a Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo gerou forte repercussão neste fim de semana. O entregador de aplicativo Douglas Renato Scheeffer Zwarg, de 39 anos, foi morto por um disparo de arma de fogo efetuado pelo subinspetor Reginaldo Alves Feitosa, na Zona Sul da capital paulista.
Segundo informações da própria corporação, o agente afirmou que o tiro foi acidental, ocorrido no momento em que descia da viatura. Douglas estava ouvindo música quando foi atingido.
O subinspetor chegou a ser preso em flagrante, mas pagou fiança de R$ 2 mil e responderá ao processo em liberdade. O caso reacende debates sobre o uso de armas por agentes da GCM e os protocolos de abordagem em áreas urbanas.
Familiares e colegas de trabalho do entregador lamentaram a morte e pedem justiça. Organizações de direitos humanos também se manifestaram, cobrando maior rigor na apuração e medidas para evitar que situações semelhantes se repitam.
A Prefeitura de São Paulo e a GCM informaram que abriram procedimento interno para investigar as circunstâncias do disparo. O Ministério Público acompanhará o caso.


