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O basquete brasileiro perdeu nesta sexta-feira um de seus maiores ídolos: Oscar Schmidt, conhecido mundialmente como o "Mão Santa", faleceu em São Paulo aos 68 anos. O lendário camisa 14 da seleção brasileira foi responsável por popularizar o esporte no país e se tornou referência internacional pela sua habilidade e carisma.
Carreira lendária
Oscar iniciou sua trajetória no basquete nos anos 1970 e rapidamente se destacou pela precisão nos arremessos de longa distância. Atuou em clubes nacionais e internacionais, como Palmeiras, Sírio, Caserta (Itália) e Valladolid (Espanha). Pela seleção brasileira, disputou cinco Olimpíadas e se tornou o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos — marca que permanece até hoje.
Ícone popular
Mais do que números, Oscar conquistou o coração dos brasileiros. Seu estilo vibrante e sua paixão pelo basquete inspiraram gerações. Mesmo sem nunca ter jogado na NBA, recusando convites para não perder o direito de representar a seleção, ele se consolidou como um dos maiores jogadores fora da liga norte-americana.
Legado
Oscar Schmidt deixa um legado que transcende o esporte. Foi símbolo de dedicação, disciplina e amor pelo basquete. Sua trajetória ajudou a colocar o Brasil no mapa mundial da modalidade e abriu caminho para que novos talentos surgissem.
O "Mão Santa" será lembrado não apenas pelos arremessos certeiros, mas pela forma como transformou o basquete em paixão nacional.


