Artistas se unem a milhares em protestos contra PEC da Blindagem e projeto de Anistia

Fotos: Reprodução 

Neste domingo, 21 de setembro, manifestações organizadas por movimentos de esquerda tomaram as ruas de diversas capitais brasileiras — Artistas se unem a milhares em protestos contra PEC da Blindagem e projeto de Anistia

Neste domingo, 21 de setembro, manifestações organizadas por movimentos de esquerda tomaram as ruas de diversas capitais brasileiras — incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília — em repúdio à PEC da Blindagem e ao projeto de anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023. Os atos ganharam força com a presença de dezenas de artistas renomados, que transformaram os protestos em verdadeiros palcos de resistência democrática.


Estrelas da música e das artes levantam suas vozes

No Rio de Janeiro, a praia de Copacabana foi tomada por apresentações de Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Djavan, que cantaram clássicos da MPB em defesa da democracia. A atriz Fernanda Montenegro, símbolo do teatro brasileiro, fez um discurso emocionado sobre a importância da memória e da justiça.

Em Salvador, Daniela Mercury puxou o coro contra a anistia em cima de um trio elétrico, acompanhada por Wagner Moura, que criticou o que chamou de “tentativa de apagar os crimes contra o Estado Democrático de Direito”. Lázaro Ramos e Taís Araújo também marcaram presença, reforçando o papel da cultura na luta por direitos.

A arte como instrumento político

Em São Paulo, a Avenida Paulista reuniu cerca de 42 mil pessoas, segundo levantamento da USP. Além de discursos de lideranças políticas e sociais, o ato contou com performances de artistas como Criolo, Emicida, Liniker e Maria Gadú. A cantora Elza Soares foi homenageada com um coral que entoou “A Carne”, em referência à luta contra a impunidade e o racismo institucional.

Contra a impunidade e o retrocesso

Os manifestantes criticam a PEC da Blindagem, que dificulta o julgamento de parlamentares, e o projeto de anistia, que busca perdoar os envolvidos nos atos golpistas de janeiro de 2023. Para os organizadores, ambas as propostas representam um grave risco à democracia e à responsabilização de crimes políticos.

Mobilização nacional com apoio cultural

Os atos foram convocados pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, com apoio de partidos como PSOL, PT e Rede, além de movimentos como MST, MTST e UNE. A adesão de artistas ampliou o alcance da mobilização, que se espalhou por todas as 27 capitais brasileiras.

Os protestos deste domingo mostraram que, diante de ameaças à democracia, a arte e a cultura seguem como trincheiras vivas de resistência e

 consciência coletiva.incluindo São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Brasília — em repúdio à PEC da Blindagem e ao projeto de anistia aos envolvidos nos ataques de 8 de janeiro de 2023. Os atos ganharam força com a presença de dezenas de artistas renomados, que transformaram os protestos em verdadeiros palcos de resistência democrática.

Estrelas da música e das artes levantam suas vozes

No Rio de Janeiro, a praia de Copacabana foi tomada por apresentações de Chico Buarque, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Djavan, que cantaram clássicos da MPB em defesa da democracia. A atriz Fernanda Montenegro, símbolo do teatro brasileiro, fez um discurso emocionado sobre a importância da memória e da justiça.

Em Salvador, Daniela Mercury puxou o coro contra a anistia em cima de um trio elétrico, acompanhada por Wagner Moura, que criticou o que chamou de “tentativa de apagar os crimes contra o Estado Democrático de Direito”. Lázaro Ramos e Taís Araújo também marcaram presença, reforçando o papel da cultura na luta por direitos.

A arte como instrumento político

Em São Paulo, a Avenida Paulista reuniu cerca de 42 mil pessoas, segundo levantamento da USP. Além de discursos de lideranças políticas e sociais, o ato contou com performances de artistas como Criolo, Emicida, Liniker e Maria Gadú. A cantora Elza Soares foi homenageada com um coral que entoou “A Carne”, em referência à luta contra a impunidade e o racismo institucional.

Contra a impunidade e o retrocesso

Os manifestantes criticam a PEC da Blindagem, que dificulta o julgamento de parlamentares, e o projeto de anistia, que busca perdoar os envolvidos nos atos golpistas de janeiro de 2023. Para os organizadores, ambas as propostas representam um grave risco à democracia e à responsabilização de crimes políticos.

Mobilização nacional com apoio cultural

Os atos foram convocados pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, com apoio de partidos como PSOL, PT e Rede, além de movimentos como MST, MTST e UNE. A adesão de artistas ampliou o alcance da mobilização, que se espalhou por todas as 27 capitais brasileiras.

Os protestos deste domingo mostraram que, diante de ameaças à democracia, a arte e a cultura seguem como trincheiras vivas de resistência e consciência coletiva.



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